Antes de pensar em ser assessor, é essencial entender o que realmente acontece nos bastidores dessa carreira. Reunimos algumas percepções comuns sobre a profissão e trouxemos clareza sobre o que é mito e o que é verdade, tudo para te ajudar a enxergar a assessoria como ela realmente é: dinâmica, estratégica e cheia de possibilidades. Arraste para o lado e confira!
Publicação de XP Inc.
Publicações mais relevantes
-
Crescimento profissional não acontece apenas quando mudamos de cargo. Ele acontece quando aprendemos novas habilidades, enfrentamos desafios e evoluímos como profissionais. Cada etapa da carreira contribui para formar profissionais mais preparados. #Carreira #Evolução #Profissional
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
Consistência Vida Real do Assessor Muita gente acredita que a carreira de assessor é feita de grandes captações, grandes fechamentos e meses extraordinários. Mas a realidade é diferente. A carreira de assessor é construída na consistência. Consistência em prospectar. Consistência em estudar. Consistência em falar com clientes. Consistência em acompanhar carteiras. Nem todo dia você vai fechar um cliente. Nem todo mês vai ser recorde. Mas quem cresce nessa profissão é quem aparece todos os dias. No longo prazo, pequenas ações consistentes geram resultados muito maiores do que picos isolados de performance. E isso também vale para as estruturas que sustentam o assessor. Ambientes fortes são construídos com visão de longo prazo, suporte constante e evolução contínua. É um dos pontos que sempre me chama atenção no modelo da InvestSmart: a consistência no crescimento, no suporte ao assessor e na construção de uma estrutura sólida ao longo do tempo. Porque no mercado financeiro, assim como nos investimentos, consistência quase sempre vence intensidade momentânea. E na sua visão: o que mais gera resultado na carreira de um assessor — intensidade ou consistência?
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
A vaga é para Analista, mas seu histórico é de Assistente. Quantas vezes talentos excepcionais são descartados por essa frase? Precisamos parar de avaliar profissionais apenas pelo retrovisor. O currículo mostra o que a pessoa fez, mas não limita o que ela pode fazer. Um profissional que hoje é Auxiliar pode ser justamente a peça que falta para otimizar seus processos. Ele tem a visão prática, a resiliência de quem executa e a vontade de mostrar que é capaz de contribuir estrategicamente. Dar uma chance a quem quer subir o próximo degrau costuma trazer um retorno que nenhum profissional "pronto" entrega: a lealdade e o brilho nos olhos de quem finalmente foi visto. Quem mais concorda que competência vai muito além do cargo atual? 👇 #MercadoDeTrabalho #Carreira #Valorização #RH
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
👉Quem espera ser chamado, muitas vezes fica para trás. Existe comportamentos que faz muitos profissionais ficarem estagnados: Esperar. Esperar reconhecimento. Esperar oportunidade. Esperar alguém ensinar. Enquanto isso, quem cresce faz diferente: Eles perguntam. Eles aprendem. Eles se oferecem. Eles buscam. A carreira não avança apenas com tempo. Ela avança com iniciativa. #Carreira #CrescimentoProfissional
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
SELEÇÃO PARA CARGO DE ASSESSOR DE MINISTÉRIO PÚBLICO. Caia na real: esse tipo de seleção parece muito mais com pesquisa de prestadores de serviços do que com recrutamento de advogados para uma empresa. Esse é o DIA 12 de uma série de postagens sobre como você pode conseguir um cargo de assessoria no Ministério Público. O maior problema que eu vejo nos interessados em cargos de assessoria no MP ou TJ é não entender as particularidades desse trabalho e sua forma de escolha para ocupar as vagas. Eu vejo dois tipos de pessoas que estão confusas. 1. Aquelas acostumadas às regras e princípios de concursos públicos; 2. Aquelas acostumadas aos recrutamentos no setor privado. Para os cargos de assessoria no TJ ou MP, a dinâmica é muito diferente dessas duas situações, e é por isso que eu vejo sempre alguma frustração ou erro de posicionamento. Então anote: o processo de escolha de um assessor é muito mais parecido com o processo de escolha de um prestador de serviço. E essa relação de prestação de serviço é algo contínuo e pessoal. Então, esqueça a meritocracia rígida do concurso público e aquela tramitação toda de recrutamentos e técnicas de abordagem do RH. 1ª característica: se é uma relação contínua e pessoal de prestação de serviço, deve haver entre o chefe e o candidato um ponto comum entre o que aquele precisa e o que você tem a oferecer. Aqui estamos falando propriamente da sua capacidade de trabalho. Qual é o problema?! Todos acham que isso é suficiente. E o que mais falta? 2ª característica: ora, falta tornar-se uma opção conhecida. Todo prestador de serviço deve ter um marketing ao menos rudimentar, que pode ser a circulação entre os pares da área profissional e as indicações boca a boca (espontânea). Sem isso, o nome do candidato não chega a quem precisa. Muita gente não entende essa característica e acha que os cargos de assessoria estão sempre reservados àqueles que pejorativamente chamam de possuidores de Q.I. (sobre isso posso falar depois em outros posts). 3ª característica: depois, como é uma relação profissional-pessoal (um cargo de confiança), não importa o nível de capacidade técnica e intelectual do assessor se o perfil pessoal dele (crenças, manias, escolhas e comportamento) não bater com o do chefe. Muita gente não entende, achando que criará um vínculo com a instituição, e não com o chefe. Esse vínculo institucional é meramente formal. É o chefe que diz se você entra e se você fica. O relacionamento direto e diário será entre o assessor e a chefia. Esse tipo de aproximação é própria da natureza do cargo. O assessor ("prestador de serviço") não se "vende" à instituição, mas ao pretenso chefe. Reflita sobre esses tópicos para repensar seu posicionamento. E não esqueça de pedir conexão comigo e ativar o sininho para ser notificado(a) do próximo post. Leia os posts passados. Observe que eles formam uma sequência lógica. Até amanhã! (Esse texto não foi escrito com IA).
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
Se você depende de um talvez... sinto dizer... Você não é dono da sua carreira e sim a empresa. Essa é uma verdade que ninguém quer escutar, mas é o que mais acontece nas empresas com os #LíderesdaEngenharia. Talvez meu o ex-chefe me chame para a empresa onde ele está agora. Talvez a empresa aqui abra espaço, mas estão estruturando as áreas e também não sei se estou nessa lista de saída. "Sabe Suzana, eu vou esperar para ver o que acontece, aí eu volto a falar com você para dar andamento ao meu desenvolvimento pois se eu sair não sei para que área gostaria de ir ou talvez eu faça um curso". (E óbvio que você não sabe nem se vai usar esse curso para algo, mas você acredita que ele vai mudar alguma coisa na sua carreira sem você saber o que quer.) 1 ano e meio depois: "Então Suzana, nada aconteceu e me avisaram que só tenho mais um mês para ficar aqui e se tiver mais projetos eu fico, se não, serei desligado, mas agora tenho que esperar." O que eu falo para um profissional assim? Nada, ele já deveria ter agido lá atrás. E se você se identifica com o acima, vai ficar esperando e não vai agir. SIMPLES ASSIM. E enquanto o “talvez” não vira realidade, o profissional entra em modo espera e vai passar mais meses e até anos… sem avançar de verdade. E a RESPONSABILIDADE é totalmente SUA. O mundo deu sinais para você, mas você não conseguiu enxergar. Está bem onde está ou está? Se prepare para estar melhor. Não está bem onde está? Se prepare para melhorar e sair de onde está. A pergunta não é se a oportunidade talvez vá aparecer, mas sim se aparecer amanhã, você está claro sobre qual posição quer ocupar? E se ela não aparecer, qual é o plano? Ficar esperando a próxima empresa te contratar para você achar que se estabilizou e repetir o ciclo?
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
Cada vez mais, profissionais questionam trajetórias lineares e revisitam o que significa, de fato, crescer na carreira. Não apenas em termos de posição ou remuneração, mas de impacto, aprendizado e conexão com a realidade. Ana Flávia Gomes de Sá, superintendente da Fundação Otacílio Coser, compartilha esse movimento em um artigo exclusivo para o Projeto Draft. No texto, ela fala sobre o que a motivou a deixar o setor corporativo e migrar para o terceiro setor, em busca de mais propósito no dia a dia. Leia o artigo completo: https://lnkd.in/dKKcDhTn
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
Por onde começar na carreira em finanças (e por quê escolhe-la)? | Semana 1 da série começando em Finanças Ao longo da carreira em finanças, recebi inúmeras perguntas de jovens iniciantes sobre como construi minha carreira, mas foi tudo menos linear. Muitos buscam a “fórmula mágica” para cima, mas vejo pouco conteúdo acessível sobre o que é esse mundo e por onde começar. E como apaixonada pela area resolvi dar a minha contibuição para que mais jovens optem por finanças em suas carreiras. E especialmente para as mulheres, um lembrete: representamos 35,4% dos profissionais no mercado financeiro brasileiro, mas apenas 5,4% dos CEOs. Hora de mudar isso. Mas antes de falar como, queria refletir sobre porque. Por quê finanças? Finanças oferece uma visão privilegiada das empresas. Imagine a companhia como uma casa: finanças está na cozinha (controle diário), na sala de estar (estratégia) e no salão de baile (decisões de alto impacto). Independentemente da área, contabilidade, M&A, tributário, mercado financeiro ou contas a pagar, você acessa prioridades reais do que tira o sono do acionista e impulsiona o negócio pro futuro. • Em pagamentos, você detecta se fornecedores crescem (negócio aquecendo) ou caem (esfriando). • Na contabilidade, vê investimento em novas fabricas ou planejamento tributário por lucros altos. • No front da tesouraria, avalia captar recursos ou renegociar dívidas, um termômetro realista do caixa. Como destaca a Harvard Business Review, profissionais de finanças têm visibilidade única para influenciar decisões estratégicas, algo crucial para qualquer profissional que quer se destacar na sua carreira. E por onde começar? Pela curiosidade. Não espere o cargo perfeito. Comece onde puder: pode ser num processo de trainee em grande banco ou apoiando a construção do fluxo de caixa em um consultório médico. Exposição ajudará a revelar seu caminho. • Na faculdade ou estágio: Questione o “por quê” mais que o “como”. Isso guiará sua área de interesse (ex: FP&A para estrategistas ou controladoria para analíticas). • Analise vagas no LinkedIn: Veja descrições de analista, coordenador ou gerente, te ajudam a entender escopo e habildidades tecnicas e humanas exigidas e revelam o dia a dia de um cargo desses • Networking real: Converse com profissionais. Pergunte bônus, ônus e motivadores. Redes como as da Anbima ampliam portas, empresas junior também podem ajudar a fazer essas pontes. O assunto é vasto, e nos próximos posts trarei pontos discutidos diariamente com jovens profissionais: áreas específicas, cursos gratuitos, diferenças nos portes das empresa. Eu comecei por um comodo especifico que está no texto, e você qual o “cômodo favorito” na casa das finanças? #CarreiraFinanças #FinançasParaIniciantes #JovensEmFinanças
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
-
SELEÇÃO PARA CARGO DE ASSESSOR DE MINISTÉRIO PÚBLICO. Alerta obrigatório sobre as desvantagens desse cargo e a forma de encará-las. Esse é o DIA 8 de uma série de postagens sobre como você pode conseguir um cargo de assessoria no Ministério Público. No texto passado falei sobre as DESVANTAGENS de ser um assessor de Ministério Público. Mas isso é uma questão de ponto de vista; e, sim, o cargo de assessoria continua sendo uma excelente opção. Vamos ressignificar essas desvantagens agora. Falei que havia duas desvantagens: precariedade (exoneração a qualquer hora) e estagnação de carreira. 1. Como pensar sobre a precariedade: Como falei no post passado, isso só é uma desvantagem se comparado com o cargo efetivo. Mas essa precariedade é um aspecto comum do mercado de trabalho em geral. E, comparando com a iniciativa privada, podemos ver várias pessoas que, ou ficam anos atuando em um setor apenas, ou circulam entre setores diferentes, seja no próprio MP, seja em outras instituições. O bom assessor vai paulatinamente ganhando reputação e tornando-se conhecido no meio. Então eu posso dizer porque vejo muito isso: vários assessores passam anos nessa área e saem quando desejam mudar de função. É como se eles construíssem uma própria estabilidade. Veja que é por isso que surgem poucas vagas, pois há muitas pessoas ocupando-as por muito tempo. Há assessores cujos chefes não os largam e os carregam até para o 2º grau, quando promovidos. Portanto, não dê tanto peso a essa desvantagem. Adquira competências e seja prudente quanto às suas finanças pessoais no intuito de evitar endividamento futuro. 2. Como pensar sobre estagnação da carreira: Falei que não existe ascendência de carreira ou plano de cargos e carreira; mas abordei, no post sobre as VANTAGENS, que o assessor tem uma experiência especialmente qualificada. O assessor não progride formalmente, mas seu crescimento prático e intelectual é absurdo. Imagine assessorar um magistrado em uma vara única no interior, lidando com todos os tipos de situações e aprendendo de dentro como funciona os órgãos judiciários. Assessores de promotores, por exemplo, aprendem muitas matérias diferentes e acabam se preparando, pelo menos no campo teórico, para atuar na advocacia privada de forma muito qualificada em direito de família, direito criminal ou direito administrativo, por exemplo. Veja como o amadurecimento profissional é intenso pela segurança que se ganha nessa atuação. Além disso, fora a advocacia, muitos assessores atuam nesse cargo enquanto estudam para seus concursos. Isso é o que a maioria faz. O cargo pode ser uma forma de viabilizar os próprios estudos do assessor. Visto isso, eu provoco vocês: já estão preparando os currículos ou querem ajuda com isso? E não esqueça de pedir conexão comigo e ativar o sininho para ser notificado(a) do próximo post. Leia os posts passados. Observe que eles formam uma sequência lógica. Até amanhã! (Esse texto não foi escrito com IA).
Entre para ver ou adicionar um comentário
-
Construir uma carreira como consultora de RH não começa quando você fecha um contrato, começa quando você assume a responsabilidade de resolver problemas que ninguém mais conseguiu organizar. Muita gente acha que a carreira em consultoria começa quando o primeiro cliente entra. Na prática, ela começa muito antes. Começa no momento em que você decide parar de olhar o problema de forma superficial e passa a assumir responsabilidade sobre ele. Eu aprendi isso na vivência. Não é sobre ter todas as respostas, é sobre ter capacidade de estruturar o cenário, entender as causas e direcionar caminhos possíveis. O cliente não busca alguém que saiba mais teoria, ele busca alguém que consiga organizar o que está travando o funcionamento da empresa. Quando você assume esse papel com consistência, o contrato vira consequência. Porque o mercado reconhece quem resolve, não quem só analisa. #ConsultoriaRH #GestaoDePessoas #Carreira #Resultados
Entre para ver ou adicionar um comentário
-