A publicação do concurso está prevista para 2 de junho com o prazo de 60 dias para as propostas. O concurso têm como objetivo de evitar 'desertos noticiosos'
Expresso
Publicação de jornais
Paço de Arcos, Oeiras 314.930 seguidores
Liberdade para pensar.
Sobre nós
Estatuto Editorial: Entendemos que as publicações de natureza informativa devem ser independentes do poder político e do poder económico, porque só assim cumprem a sua função perante a sociedade onde existem. Não concebemos, portanto, as publicações informativas como um instrumento ou um meio no serviço de determinados objectivos, por mais louváveis que estes sejam, mas como instituições autónomas, através das quais os cidadãos possam, em liberdade e no pluralismo, procurar o esclarecimento de que necessitam para o exercício das suas opções. O EXPRESSO considera-se apto para exercer essa função porque não pertence ao estado nem a um partido político nem a qualquer grupo económico, não foi afectado directa ou indirectamente pelas nacionalizações e, apesar das muitas vicissitudes por que tem passado, nunca perdeu nem renunciou à sua capacidade de crítica. No exercício dessa capacidade de crítica temos e teremos presentes os limites que nos são impostos pela deontologia de Imprensa e pela ética profissional, mas só esses. Sabemos, por exemplo, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias - que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos - e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo. Sabemos, por exemplo, que a selecção do material a publicar, a sua colocação nas diversas páginas, a colunagem dos respectivos títulos, devem obedecer a critérios de inserção baseados na importância efectiva de cada peça e não nas convicções ideológicas de quem as escreve, escolhe ou pagina. Sabemos, por exemplo, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas e em lugar de destaque, mas que não o devem ser, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. Reservamo-nos, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação desse critério. Sabemos, por exemplo, que a publicação insistente de determinados assuntos -- do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica -- poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusamo-nos a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que pretendemos fazer. Respeitamos, acima de tudo os leitores e estamos conscientes de que eles aceitam e desculpam que erremos, mas que não nos perdoariam se, deliberadamente, por acção ou por omissão, os enganássemos ou abusássemos da sua boa fé. Atribuímos prioridade absoluta à coerência que historicamente nos tem permitido sermos nós próprios, para além de quem sobe e de quem desce do poder. Se e quando, um dia, se tornar impossível manter essa coerência, o EXPRESSO acabará, porque - temo-lo dito e é importante repeti-lo - preferimos, nessas circunstâncias, morrer de pé.
- Site
-
https://expresso.pt
Link externo para Expresso
- Setor
- Publicação de jornais
- Tamanho da empresa
- 51-200 funcionários
- Sede
- Paço de Arcos, Oeiras
- Tipo
- Empresa privada
- Fundada em
- 1972
Localidades
-
Principal
Como chegar
Rua Calvet de Magalhães
242
Paço de Arcos, Oeiras 2770 022, PT
-
Como chegar
Funcionários da Expresso
Atualizações
-
“Ainda não tomei a minha decisão” e “tenho medo de errar” são frases comuns entre finalistas do secundário. Aos 17 e 18 anos, muitos jovens enfrentam a escolha do futuro sem se sentirem preparados para isso. O Expresso esteve na Escola Clara de Resende, no Porto, e ouviu estudantes divididos entre vocação, pressão social e instabilidade financeira
-
Há quatro meses no cargo, Mykhailo Fedorov é visto na Ucrânia como moderno e eficaz, a pessoa certa no lugar certo e um reformador. Isso deve-se, em parte, ao novo ímpeto das forças de Kiev no terreno de batalha, onde dominam os drones e a tecnologia avançada. Acredita que os robôs devem lutar em vez das pessoas sempre que possível, com o objetivo de preservar vidas ucranianas, mas o mundo não avança tão depressa quanto a sua visão
-
A UGT decidiu não aderir ao protesto organizado pela CGTP, mas terá sindicatos seus que se vão juntar à paralisação. O Expresso explica-lhe o que está em causa. Leia aqui: https://lnkd.in/dmA7U_Qr
-
-
Portugal já foi dos mais jovens da Europa e hoje posiciona-se entre os mais envelhecidos. Veja os dados: https://lnkd.in/dqT2zjmF
-