A transição para uma agropecuária sem desmatamento no Brasil provou sua viabilidade econômica e passou a operar em escala. O novo Relatório de Mercado do IFACC revela que a coalizão mobilizou US$ 954 milhões em 20 soluções financeiras desde 2021. Esses recursos foram essenciais para apoiar a expansão sustentável de cadeias produtivas, sistemas agroflorestais e a proteção da vegetação nativa. Os resultados mostram que o modelo financeiro se consolidou no Cerrado, que concentrou quase 98% dos desembolsos. O desafio agora é expandir esse alcance para a Amazônia, destino de apenas 2% do total. O mercado financeiro convencional ainda prioriza cadeias com garantias conhecidas. Como destaca Marcos Gambi, gerente de Finanças Agrícolas da TNC Brasil, "o modelo que funcionou no Cerrado não pode ser simplesmente copiado para a Amazônia". A sociobioeconomia opera com ciclos mais longos e dinâmicas próprias, exigindo instrumentos capazes de absorver os riscos iniciais da transição. Para corrigir essa assimetria, a solução maior vem do capital catalítico, através da criação do fundo Capital Catalítico para a Transição Agrícola (CCAT), estruturado para reduzir os riscos das operações e destravar o financiamento comercial, com a meta de que cada dólar catalítico mobilize outros quatro no mercado. Gerido pela VOX Capital, com a TNC como consultora de impacto, o mecanismo é um passo fundamental para atrair investimentos em grande escala para a floresta. 🔗 Leia o relatório completo e entenda o caminho para alcançarmos a meta de US$ 10 bilhões até 2030: https://lnkd.in/gVRZcivM
The Nature Conservancy Brasil
Atividades de organizações sem fins lucrativos
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Conservando as terras e águas das quais a vida depende.
Sobre nós
A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização de conservação ambiental dedicada à proteção das terras e águas das quais toda a vida depende. Guiada pela ciência, a TNC cria soluções locais inovadoras para os principais desafios do mundo, de forma que a natureza e as pessoas possam prosperar juntas. No Brasil, onde atua há 35 anos, o trabalho da TNC concentra-se em solucionar os complexos desafios de conservação da Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica a partir de uma abordagem sistêmica, com foco na implementação e geração de impacto, para mitigar as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade. A TNC Brasil é parte da TNC global, uma organização que trabalha em 76 países, utilizando uma abordagem colaborativa, que envolve comunidades locais, governos, setor privado e a sociedade civil. Junte-se a nós nessa jornada pela conservação da natureza no Brasil!
- Site
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https://www.tnc.org.br/
Link externo para The Nature Conservancy Brasil
- Setor
- Atividades de organizações sem fins lucrativos
- Tamanho da empresa
- 51-200 funcionários
- Sede
- São Paulo, SP
- Fundada em
- 1988
- Especializações
- conservação, conservação da natureza, sustentabilidade, ong, recursos naturais, ngo, biodiversidade, natureza e meio ambiente
Atualizações
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A Mata Atlântica vale quanto? A Mata Atlântica regula o clima, abastece rios, produz oxigênio e sustenta a economia de mais de 3.300 municípios brasileiros. Esse valor é real. Tem nome. Tem método. E pode ser medido. Estamos falando dos serviços ecossistêmicos. Eles materializam benefícios ambientais, sociais e econômicos concretos gerados pela floresta viva. Sua valorização depende da articulação entre produtores rurais, políticas públicas e empresas, que devem atuar de forma integrada. É essa rede de cooperação que permite que ações de conservação, como restauração florestal e agricultura integrada, ganhem escala, regenerem paisagens inteiras e fortaleçam a resiliência da Mata Atlântica. Quando esses elos se conectam, a conservação deixa de ser um esforço isolado e passa a impulsionar um modelo de desenvolvimento que integra natureza e economia. Neste Dia da Mata Atlântica, o foco está na potência da colaboração. O futuro do bioma depende da mobilização de parcerias que incorporem a natureza ao cotidiano e às decisões econômicas, garantindo água, estabilidade do clima e o bem-estar para toda a sociedade.
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Dar escala à restauração ecológica no Brasil exige muito mais do que metas climáticas, exige a estruturação de uma cadeia produtiva sólida. Neste Dia do Trabalhador Rural, aproveitamos para reconhecer o importante papel de trabalhadores que fortalecem a engrenagem da restauração de ecossistemas: as redes de sementes nativas. Para que a recuperação de áreas degradadas avance, especialmente na Mata Atlântica, nosso bioma mais devastado e que demanda esforço prioritário, o setor ambiental depende do fornecimento constante de sementes. Quem viabiliza essa base com a diversidade genética necessária, essencial para viabilizar métodos eficientes como a semeadura direta, são milhares de trabalhadores rurais e coletivos locais. Apoiar a estruturação da coleta e do beneficiamento é investir em bioeconomia. É um arranjo que une o saber tradicional à inovação técnica da restauração, gerando previsibilidade, renda e desenvolvimento socioeconômico direto para o território. Escalar a restauração é, acima de tudo, garantir que o trabalho de recuperar a floresta gere impacto real para quem vive nela. Conheça os avanços dessa cadeia e o impacto das redes comunitárias em: https://nature.ly/4wKy7zH
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Proteger as terras e águas das quais a vida depende é uma urgência do presente. Neste Dia Internacional da Biodiversidade, a crise climática nos cobra ir muito além de celebrar a nossa riqueza natural: precisamos garantir que nossa fauna e flora continuem vivas! Em um cenário de perda acelerada de espécies e degradação dos ecossistemas, monitorar a biodiversidade se tornou essencial para entender os impactos das mudanças climáticas, acompanhar a restauração das florestas e fortalecer estratégias de conservação nos territórios. Mas esse desafio vai muito além de manter a vegetação em pé. O declínio das populações de fauna na América Latina tem criado as chamadas "florestas vazias" — áreas que recuperaram o verde, mas continuam sem a vida animal necessária para garantir serviços ecossistêmicos essenciais. O Brasil já é referência global em pesquisa ambiental. Com o avanço tecnológico, hoje é possível baratear custos e acelerar diagnósticos em campo, gerando relatórios precisos em até 24 horas. Essa agilidade é decisiva para orientar projetos de conservação na velocidade que a crise atual exige. Contudo, a grande virada para escalar o monitoramento é unir essa tecnologia de ponta aos saberes locais. Quando ferramentas avançadas chegam às mãos de comunidades ribeirinhas e povos indígenas, o conhecimento tradicional se conecta à precisão científica. Celebrar o Dia da Biodiversidade, hoje, é fortalecer exatamente essa aliança: apoiar quem cuida do bioma para garantir um futuro onde a natureza e as pessoas prosperem juntas. #DiadaBiodiversidade #BiodiversityDay #Conservação
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Oportunidades para consultoria e prestação de serviços. Veja os Termos de Referência abertos: https://nature.ly/42Wb8nh
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A informação é uma ferramenta poderosa para proteger a natureza! Se você tem interesse em assuntos relacionados à biodiversidade e ao meio ambiente, assine a nossa newsletter e acompanhe de perto os desafios e as soluções para a conservação da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica. Todo mês, a TNC Brasil reúne um panorama dos principais projetos, análises e histórias de quem está na linha de frente da proteção ambiental. 🔗 Inscreva-se em https://nature.ly/3GoWY6i e receba nossa próxima edição!
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O Brasil já produz, exporta e inova a partir dos seus recursos naturais. Mas para que a bioeconomia se consolide como o verdadeiro motor do desenvolvimento sustentável no país, faltava uma melhor coordenação e visão de longo prazo. O tema está sendo discutido essa semana em Belém-PA, durante o Bioeconomy Amazon Summit. E um dos assuntos que tem tido mais destaque na programação do evento são os avanços do recém-lançado Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia. Mas garantir a implementação de um plano tão bem estruturado vai exigir investimentos robustos e regras cada vez mais claras para o mercado. A TNC contribui para debates estratégicos ao longo do evento, ampliando essa discussão a partir de diferentes frentes da bioeconomia, com a participação de Juliana Simões, Erika de Paula P Pinto e Rodrigo Mauro Freire debatendo, além do Plano, Pagamentos por Serviços Ambientais e os desafios do setor florestal e a geração de valor na bioeconomia, abordando caminhos para conciliar produção, conservação e competitividade. Em conjunto, essas agendas reforçam a importância de avançar em marcos regulatórios, mecanismos de financiamento e soluções de mercado que permitam escalar a sociobioeconomia com benefícios concretos para o clima, a biodiversidade e as populações amazônicas. Em seu novo artigo para o portal Um Só Planeta Um Só Planeta, Juliana Simões analisa os gargalos e as oportunidades dessa transição. A líder de sociobioeconomia da TNC Brasil destaca que a expansão de setores estratégicos, como o de biocombustíveis e biomassa, precisa vir acompanhada de mecanismos rigorosos de monitoramento e salvaguardas. O objetivo é claro: garantir que o crescimento da sociobioeconomia gere benefícios reais para o clima e para os povos e comunidades locais, sem reproduzir pressões históricas sobre a vegetação nativa. Leia o artigo completo em: https://nature.ly/4wtaDPk
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Garantir a segurança hídrica na região que concentra 70% do PIB nacional exige tratar a restauração florestal como uma infraestrutura estratégica. Na Mata Atlântica, bioma que ainda conta com apenas cerca de 12% de sua cobertura original, a resiliência climática e a estabilidade econômica dependem diretamente da nossa capacidade de integrar conservação, restauração e governança multissetorial. A equação é clara: floresta em pé e bacias recuperadas significam água com quantidade e qualidade. Mas, para ampliar esse impacto, é preciso ir além e construir arranjos territoriais sólidos que unam políticas públicas e financiamento de longo prazo. É exatamente essa articulação entre comitês de bacia, setor privado, governos e proprietários rurais que está destravando investimentos e estruturando mecanismos, como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ao valorizar quem cuida da terra, conservar a natureza torna-se um vetor real para o desenvolvimento regional e o bem-estar coletivo, garantindo que a água seja protegida da nascente até a torneira.
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Muito se fala sobre o Brasil ser a grande plataforma global para o clima e a natureza. Mas, no dia a dia, o nosso desafio é bem mais prático: como criar modelos que valorizem a floresta em pé, recuperem áreas degradadas, engajem os setores necessários e ofereçam alternativas reais de desenvolvimento? Essa é uma construção que exige colocar a mão na massa, formar alianças e, acima de tudo, testar e aprender no território Acabamos de lançar o Relatório Anual 2025 da The Nature Conservancy Brasil, e ele reflete exatamente esse esforço. Mais do que um balanço institucional, o documento reúne as lições que tiramos neste último ano, implementando soluções que sejam boas para o meio ambiente e para as pessoas – desde ações de segurança hídrica e restauração de ecossistemas, até o apoio direto aos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais e Locais. Mas como estamos conseguindo dar escala a essas iniciativas? Quais os instrumentos que estão sendo empregados para fazer a conta da conservação fechar? O que foi aprendido até o momento que nos ajuda a alavancar essas estratégias nos próximos anos? Não perca tempo para baixar o relatório, pois estas e muitas outras perguntas são analisadas em detalhe com base no que vivemos na prática. É um material que consolida muito trabalho em equipe e alianças vencedoras. Vale a leitura! LINK PARA RELATÓRIO NOS COMENTÁRIOS
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🌎 Em um cenário global que exige respostas imediatas, o Brasil tem se consolidado como uma plataforma real de soluções para o clima, a natureza e as pessoas. O Relatório Anual 2025 da TNC Brasil reflete a urgência e o compromisso do nosso trabalho na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, apresentando os principais resultados em frentes que vão do Desenvolvimento Rural Sustentável, Segurança Hídrica e Restauração de Ecossistemas ao apoio aos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais e Locais. Conservar é uma construção coletiva que une ciência, políticas públicas e as comunidades. 🔗 Leia o relatório completo e entenda como um futuro mais resiliente está sendo construído na prática: https://nature.ly/48HcYvW